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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Iliteracia em Rede

Devido a algumas mentes mais ofendidas por causa do meu próprio acordo ortográfico, que aqui uso para escrever, e por causa alguns pseudo-erros de escrita aqui vai:
Já não existem apenas dois canais de televisão, começados por rê tê e acabados em tê a dar a visita do Papa o dia todo, existem mais canais e ainda melhor: uma infraestrutura mundial com milhares e milhares de sites com milhões e milhões de escolhas chamada World Wide Web, internet vá...
Essa mesma diversidade, dá a liberdade de escrever e fazer tudo o que bem intendemos DENTRO da legislação em vigor, que verdade seja dita é pouca ou nenhuma, se não falarmos em cenas xenófobas, pornografia infantil e afins estamos safos. Se alguém escrever "Axarmas e os baroens axinalados" que escreva, se alguém quiser falar "português arcaico" (aquele do ano passado) que escreva (há que ver é onde) e quem se sente ofendido comente se quiser e vá beber cultura a outro lado.
Kem dis ke escreber d forma iliterada para q us otrus poçam lere naum é uma forma d arete e espreçaõ artistíca? Por mim não é, mas eu sou muito esquisito.
Quando comentarem notícias nos jornais podem escrever o que bem quiserem, o 25 de Novembro não foi feito só para deitar portões abaixo com chaimites, mas escrevam em português (acordo "hortográfico" ou não) e não em "australopiteco". Se quiserem escrever em australopitequez criem um blogue como eu.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Suicídio Colectivo


Está visto que tudo o que vem da América do Sul só pode ser bom. Depois do petróleo do Tupi, do Messi e do acordo "hortográfico", que nos pôs a falar como um agricultor do século XVI, agora vem o suicídio colectivo dos ex-trabalhadores da companhia aérea Aerocondór.
Para já não passa de uma ameaça, mas é o quanto basta. O possível suicídio foi discutido numa assembleia extraordinária do antigo sindicato da empresa (comunas a quererem suicidar-se?! humm...) devido ao não pagamento das obrigações laborais que deixaram inúmeros ex-funcionários na miséria.
Tal como o acordo "burjográfico" que foi acolhido por nós, qual Moisés numa cesta, também esta ideia não pode ser descartada. Toda a gente recebe mails da treta a dizer como fazer para que o gangue das gasolineiras baixe o preço dos combustíveis e eu vou-vos dizer como curar o maior flagelo de Portugal: os políticos.
- Usando a lógica do ainda actual... ATUAL Presidente da República, vamos insultar e antagonizar os grandes grupos financeiros que emprestam dinheiro a Portugal. Como eles certamente não iam gostar de ser chamados de "Janízaros", "Acárpicos", "Urumbebas", "Cabriões" e afins iam (segundo a lógica do PR) subir os juros da dívida Portuguesa. Quando os juros sobem, é sabido que os políticos ficam com a cabeça a andar à roda, tipo mochos numa festa de trance, e é só umas questão de tempo até aos juros chegarem até aos 10% e começarem todos a matar-se com saca-rolhas, aos estilo de Renato e Carlos, só para se livrarem do "demónio e vírus" da dívida pública.
A Rocha Tarpeia ficava assim livre para a ganância dos Banqueiros.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Acordo Ortográfico ou Update do Windows?


Ou será censu... não claro que isso não poderá ser! Estamos no século XXI e isso são coisas do passado, o máximo que pode haver é ajuda editorial.
Não sei se será do novo acordo ortográfico que nos pôs a escrever português renascentista ou do novo update do windows mas o Governo e agora eu, vá-se lá saber porquê, deixou de escrever a palavra crisógono...crisantemo...crista... enfim, uma palavra começada por “cris”. O computador não nos permite acabar a palavra por muito que tentemos, é como aquele zero que tentamos pôr atrás de um número e o Excel teima em não nos deixar, embora para isso haja solução. O que é certo é que a palavra cristalino...crisálida... bem, a palavra começada por “cris” que o meu computador se recusa a escrever deixou de existir pelo menos em Portugal. Fica agora a questão: será um mero update do windows ou será mesmo do acordo ortográfico e a palavra cristal (é escusado) deixou mesmo de existir na língua portuguesa? Se formos a ver a palavra cristiano (sem comentários) não existia no português do século XVI e muito menos no Brasil.